Conto de Fodas

Era uma vez, em um reino muito muito distante, um grupo de mulheres que se auto intitulavam “as princesas do prazer’’.

Cintarela, era uma mera serviçal de dia, e a noite prestava seus serviços sexuais em festas da alta sociedade do reino, regadas a bebida, comida e carruagens e não dispensava um brinquedinho. Certa vez, em uma dessas orgias, perdeu sua amada e companheira cinta-pica ao ir embora e passa o resto de sua vida tentando encontrar o caralho que servisse em seus quadris novamente. Enquanto procura, se diverte com os tamanhos e caras errados.

Bunda de Neve gostava de dupla penetração mais do que de maçã - e ela amava maçã - que certa vez se fingiu de morta para transar com 7 anões. Ela garante que foi a maior experiência da vida dela e que depois disso nunca mais se contentou com homens pela metade.

Ariel, mais conhecida como a Pequena Semeia, mantinha a fama no reino de ser a rainha do squirt. Não havia uma só gozada em que ela não ejaculava um mar de líquido salgado e delicioso. Sua casa, em frente à praia mais movimentada daquele reino, servia de ponto de encontro para os amantes dela e do squirt.

Poucaroupa era uma morena selvagem, que vivia na floresta afastada, ao sul da praia, quase virgem. A floresta, claro. E gostava de andar com seus mamilos escuros visíveis e armar emboscadas ardilosas para os exploradores e explorar seus maiores prazeres. A noite era possível ouvi–la cantar à beira da cachoeira, depois de quase matar suas presas.

A doce Bela de dia, a noite era chamada pela alcunha de Fera. Dominatrix, vestia sua roupa de vinil preta, seus saltos altíssimos e escravizava todos os reis, princípes e altos cargos do reino ao seu bel prazer. Ela jura que você nunca diria, que aquele cavaleiro mandão, gosta mesmo é de tomar chicotadas e passar dias andando de quatro pelo palácio.

Essas mulheres, não estão em busca de um princípe encantado - inclusive Poucaroupa gosta mesmo é do cavalo branco - e toda quarta-feira se reunem para escrever o segundo livro de uma trilogia de contos eróticos. O grupo recebe cada vez mais contatos de mulheres amarguradas com suas vidas sexuais e que querem envenenar seus parceiros e se libertar. Elas gostam de dizer para essas mulheres, entre risadas e espumantes, que a maior vilã de todas é a caretice. Bela, a Fera, vive querendo dar ordens em todas, durante as reuniões de pauta do livro, mas sempre acaba sendo comida pela cinta caralha errada da amiga.

E assim, vivem felizes para sempre.